Not Lazy After All

TDAH em adultos depois dos 40Por 49 anos eu expliquei tudo com uma palavra só: preguiçaNunca foi preguiça.

Um capítulo em áudio, grátis, sobre o que estava acontecendo de verdade, e um roteiro de uma página para quando a família diz “todo mundo tem um pouco de TDAH”.

Quero os dois, grátis

Só o e-mail · Não é teste · Não é diagnóstico

Um quebra-cabeça de madeira em forma de cérebro sobre a mesa, com uma peça faltando e post-its em volta, na luz da manhã
Uma mesa bagunçada à noite sob um abajur: uma conta fechada, uma apostila de curso pela metade e post-its espalhados

Uma palavra explicava tudo.

Toque em cada “preguiça” para riscar.

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Do capítulo 1. É a minha história; a sua pode ser diferente.

TDAH ou preguiça? Por que a palavra pegou

“Preguiça” é a palavra que muita gente acima dos 40 ouviu pelo curso que não terminou, pela conta paga atrasada, pela ligação que nunca fez. O capítulo 1 é sobre o que essa palavra escondia na minha vida.

TDAH não é coisa só de criança. O Instituto Nacional de Saúde Mental dos EUA (NIMH) explica que os sintomas começam na infância e muitas vezes continuam na vida adulta, e que “muitos adultos também têm TDAH” (tradução minha).

Se reconhecer numa história é motivo para conversar com um profissional. Não é diagnóstico.

Fonte: NIMH, “ADHD: What You Need to Know” (em inglês)

Uma mulher de uns cinquenta anos, de costas, segurando uma caneca, olhando pela janela ao nascer do sol

Não “você tentou?”. E sim “o que aconteceu entre querer fazer e fazer?”.

Capítulo 1

O que chega no seu e-mail

Um homem de uns cinquenta anos, de costas, com fones de ouvido, caminhando numa rua arborizada ao nascer do sol

Capítulo 1 · áudio · uns 5 min

Nunca foi preguiça: o que estava acontecendo de verdade

De onde veio essa palavra, por que ela estava errada e três frases que eu uso no lugar dela. Com um resumo de uma página em PDF.

Prévia do roteiro de uma página para a família

Roteiro para a família · PDF de 1 página + áudio de 1 min

Quando dizem “todo mundo tem um pouco de TDAH”

Cinco frases que as pessoas dizem, o que responder e por que cada resposta se sustenta. Com fontes.

Quero os dois, grátis

Diagnóstico tardio de TDAH: perguntas

Isto é um teste ou um diagnóstico?

Não. Nesta página não tem teste nem pergunta sobre sintomas. É a história de uma pessoa e algumas frases para conversar com a família. Só um profissional qualificado pode diagnosticar TDAH.

TDAH em adulto tem diagnóstico?

Tem, também na vida adulta. Segundo o NIMH, o adulto precisa ter tido sintomas desde antes dos 12 anos, e a avaliação é feita por um profissional de saúde ou de saúde mental. Se algo aqui pareceu familiar, é com essa pessoa que vale conversar.

TDAH é preguiça?

O NIMH descreve o TDAH como um transtorno do neurodesenvolvimento. O capítulo 1 é sobre por que “preguiça” era a palavra errada na minha história e o que eu digo para mim mesmo no lugar dela.

O que eu recebo, exatamente?

O capítulo 1 em áudio (uns 5 minutos) com um resumo de uma página em PDF, e o roteiro para a família: um PDF de uma página e um áudio de um minuto. Grátis, por e-mail.

O que acontece com o meu e-mail?

Ele só é usado para mandar isso e e-mails ocasionais sobre o livro. Para sair, é um clique. Nenhuma informação de saúde é coletada aqui.

Fonte: NIMH, “ADHD: What You Need to Know” (em inglês)

Quem está falando

Sou o Marcelo Ferreira, a voz deste canal. Aos 49 anos, finalmente entendi como o meu cérebro funciona. Ninguém me diagnosticou: eu me reconheci.

Se reconhecer é motivo para procurar um profissional. Não é a resposta.

Nunca foi preguiça.

Comece pelo capítulo 1.

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